IMAGENS DE 13/11/2001: 

PORTO ALEGRE-RS

- Ponte de Pedra:   1

A ponte de pedra, que foi conservada no Largo dos Açorianos, constitui testemunho importante de uma época da história de Porto Alegre, quando o riacho (atual arroio Dilúvio) ali passava. A ponte foi mandada construir pelo Conde Caxias, em 01/03/1846, durante o período de pacificação da província riograndense. Até então, existia ali, na "desembocadura da rua da Figueira",  uma ponte de madeira, que seguidamente apresentava problemas. A ponte começou a ser utilizada em março de 1848. Um século mais tarde, a obra ficou ociosa em virtude da canalização do riacho; não obstante, sabiamente, a municipalidade preservou a ponte, sobre um espelho de água.

- Floração de ingazeiro, no Largo dos Açorianos:   1

- Instalações do novo aeroporto internacional Salgado Filho:   1,   2,   3,   4,   5,   6,   7,   8,   9,   10,   11,   12

No último mês de outubro, a Infraero inaugurou as instalações do novo aeroporto de Porto Alegre, que agora é um dos mais modernos do país. Além dos passageiros, circulam pelas instalações inúmeras excursões de turistas e curiosos, inclusive crianças de escolas.

IMAGENS DE 11/11/2001: 

PORTO ALEGRE-RS

- Floração de ligustro:   1

Ligustro constitui uma árvore exótica, originária do oriente (Japão, Coréia e China), que possui folhas permanentes e flores branco-esverdeadas, que geram posteriormente pequenos frutos roxo-escuros, apreciados por aves.  O nome oficial da árvore é ligustrum japonicum.  Em Porto Alegre,  é comum encontrá-la plantada em bairros como Centro e Menino Deus.

- Frutescência de figueiras-benjamin:    1,   2,   3

O conjunto de árvores mostrado localiza-se na rua Fernando Machado (que antigamente era chamada de "rua do arvoredo"), na altura dos fundos do Palácio Piratini. O nome oficial da espécie de árvores é ficus microcarpa; o entrelaçamento das raízes se deve à plantação muito próxima das árvores, umas das outras.

Na casa ao lado das árvores, na esquina da ruas General Auto e Fernando Machado, ocorreu fato extremamente macabro no final do século XIX, que ficou conhecido como "crime da rua do arvoredo".

- Despedida da 47a. Feira do Livro:    1,   2,   3,   4,   5,   6,   7 

(imagens anteriores da Feira do Livro podem ser acessadas, clicando aqui)

- Pôr-do-sol:    1,   2,   3,   4,   5

(imagens de pores-do-sol anteriores podem ser acessadas, clicando aqui)

 IMAGENS DE 10/11/2001: 

SANTANA DO LIVRAMENTO-RS

Santana do Livramento situa-se na fronteira do Brasil com o Uruguai; do outro lado da divisa seca (uma rua urbana) situa-se Rivera. É um dos municípios mais antigos, históricos e de maior em extensão territorial do RS. Atravessou períodos de grande prosperidade, quando despontavam grandes lanifícios, frigoríficos, organizações sociais e clubes de futebol. Lentamente, a economia foi fenecendo, por múltiplas razões, dentre as quais podem ser citadas:  isolamento (distância de outros centros econômicos expressivos), visão centralista (na política, na indústria, no comércio, na organização territorial), excessivo apego às tradições e à história (gerando dificuldades para aceitação de mudanças conceituais e práticas), opção econômica voltada centralmente para a agropecuária e o comércio, sem ênfase ao desenvolvimento da indústria, que realiza o papel de "ponte" entre as atividades anteriores e posteriores citadas. 

O recente processo de globalização da economia acentuou as dificuldades do município. O comércio no "free shop" de Rivera está paralisado, em função da alta cotação do dólar (elevando, em consequência, os preços das mercadorias a patamares desestimulantes para compradores brasileiros). Expressiva parcela da população está desempregada, que pode ser claramente percebido pela quantidade de comerciantes informais nas ruas.

Por outro lado, o município possui uma história cultural marcante e uma natureza exuberante. Situa-se sobre o famoso "paralelo 31", com terras e clima propícios para a produção de frutas, principalmente uvas. Tal recomendação,  de que as terras da região da campanha seriam propícias à produção de uvas, foi feita há algumas décadas, em Universidades dos Estados Unidos. Com base nesses estudos, uma companhia da Califórnia, produtora dos vinhos "Almaden", procurou inicialmente terras na região de Bagé-RS; devido a dificuldades de compra, aceitou oferta de terras no distrito de Palomas,  pertencente ao município de Santana do Livramento.

Desta forma, em 1974 a Almadén iniciou um grandioso projeto, após mais de 10 anos de preparação e seleção de variedades de uvas. Os primeiros varietais finos com a marca Almadén foram lançados no Brasil em 1983.  Os vinhos são produzidos no local, a partir de produção própria de uvas, usando o recurso de espaldeiras, em mais de 500 hectares. São colhidos anualmente de 6 a 8 milhões de toneladas de uvas, que geram quantidade semelhante de vinhos, produzidos a partir de uvas de variedades como riesling, ugni blanc, gewurtztraminer, gamay beaujolais, cabernet, merlot e cabernet sauvignon.

Os vinhos da empresa são consumidos no mercado nacional, em que São Paulo desponta como principal Estado comprador, com mais de 60% do total, seguido por Minas Gerais, com outros 15%.  Em virtude do fechamento da fábrica de vidros Vifosa, localizada em Canoas-RS, há alguns anos, a empresa passou a engarrafar os vinhos em São Paulo;  naquele Estado, o imposto sobre produção de vinhos também é menor (12%,  contra 17% do RS); com tal decisão, a unidade de Santana do Livramento diminuiu seu quadro de de funcionários, de mais de 800 para pouco mais de 100; também transferiu quase a totalidade do seu Valor Adicionado para lá, acarretando enorme impacto negativo sobre o retorno de impostos para Santana de Livramento.  Tais problemas poderiam ser revertidos com uma política mais forte do governo gaúcho, em aspectos estratégicos (visando obter de volta uma fábrica de vidros) e fiscais (diminuindo impostos de setores e produtos específicos, para enfrentar objetivamente "guerras fiscais" estabelecidas unilateralmente por Estados).

Recentemente, a empresa, antes controlada pela Seagram, foi adquirida por multinacional francesa, que pretende aumentar e diversificar as linhas de vinhos, inclusive via utilização de barris de carvalho.

Diante do exposto, fica a questão: que medidas implementar, para reverter o quadro de relativa apatia e frustração no município? 

Dentre algumas medidas, toma-se a liberdade para citar estas:

a) viabilizar o acesso à terra para um maior número de proprietários, sem prejudicar o patrimônio dos atuais, viabilizando uma mudança cultural e patrimonial de forma natural, que seja vantajosa aos atuais proprietários de latifúndios e viabilize a introdução de novas culturas, experiências e tecnologias, capazes de dinamizar, diversificar e intensificar a produção primária;

b) estimular com maior vigor e recursos o cultivo de uvas, de outras frutas e de outras culturas, adequadas à região;

c) viabilizar e subsidiar a instalação de indústrias, como vinícolas, com esforço redobrado do Estado;

d) fomentar a criação de novas vilas e municípios, buscando a criação de mercados e competição;

e)  fomentar a criação de sociedades civis organizadas, como associações, conselhos, cooperativas e outras formas de exercício da democracia, visando aumentar o nível de "capital social";

f) buscar novas formas de desenvolvimento do turismo, urbano e rural, inclusive via opção de perfuração de poços profundos, visando transformar a cidade numa estância termal; 

g) estimular o uso de tecnologias de ponta nas escolas e nas empresas, visando compensar as distâncias com outros centros econômicos e culturais via novos paradigmas de comunicação. Por exemplo, sites do município como o portal "Santana do Livramento" constituem iniciativas altamente meritosas, que merecem apoio público, privado e comunitário; constituem novas janelas para o mundo enxergar a cidade distante e, ao mesmo tempo,  para a cidade enxergar outras cidades e realidades do mundo, mesmo estando localizada a grandes distâncias físicas.

Veja as seguintes imagens do município (obtidas em dia muito chuvoso): 

- do centro da cidade:   1,   2,   3,   4,   5,   6,   7,   8,   9,   10,   11,   12

- do distrito de Palomas:   1,   2,   3,

- da estrutura atual de produção dos vinhos Almadén:   1,   2,   3,   4,   5,   6,   7

(os tonéis de produção dos vinhos são de alumínio e aço, que comportam volumes de até 255.000 litros) 

 =>   Outras informações sobre Santana do Livramento-RS:  veja no site do NUTEP/UFRGS

QUARAÍ-RS

O histórico município de Quaraí-RS  dista 105 Km de Santana do Livramento. Faz fronteira com o Uruguai, do qual está separado por um rio; do outro lado, situa-se Artigas (vide imagem da cidade: 1). Para ir a Quaraí, via Santana do Livramento, percorre-se estrada asfaltada, que tem muito pouco movimento; em cada lado, avistam-se "campos e mais campos com gado", com poucos sinais de presença humana (raríssimas construções). A cidade transpira certo ar de "faroeste",  pela calmaria reinante; construções baixas e de poucas cores; trajar das pessoas; e utilização expressiva de caminhonetes.

Imagens do centro da cidade, em dia de muita chuva:   1,   2,   3

 =>   Outras informações sobre Quaraí-RS:  veja no site do NUTEP/UFRGS

IMAGENS DE 04/11/2001: 

PORTO ALEGRE-RS

- Hospital São Pedro:   1

O São Pedro foi o primeiro hospital psiquiátrico da cidade; sua construção foi iniciada em 02/12/1879; a primeira parte foi concluída em 1884; todavia, o 5o. e último pavilhão foi concluído somente em 1903. Em 1884, foi visitado pela Princesa Isabel, quando estava com 1/4 da sua construção concluída. Na época, considerava-se grande avanço colocar em hospital pessoas indevidamente trancafiadas em cadeias. No auge, o hospital chegou a abrigar mais de 5 mil pessoas; todavia, com a nova política em andamento no setor, de abrigagem de pessoas com sofrimento psíquico em lares menores, o hospital está sendo gradativamente desativado. 

No morro em frente ao Hospital, chamado antigamente de Morro do Hospício, ocorreu a rumorosa trajédia da "Maria Degolada", que está sendo retratada em peça teatral na cidade. Lá, em 12/11/1899, Maria Francelina Trenes, de 21 anos e de origem alemã,  foi cruelmente degolada por seu amante, Bruno Soares Bicudo, soldado da Brigada Militar, mais conhecido pelo apelido de "soldado Brum",  por motivo torpe (discussão fútil). Naquele domingo, o "soldado Brum" e outros 3 colegas de serviço, com suas respectivas esposas, aproveitaram a folga para fazer um piquenique no alto do morro, no local da atual rua Carlos de Laet.  Depois de comerem um churrasco, Maria Francelina e o soldado Brum discutiram; por ciúmes, o soldado degolou a amante; foi preso, e veio a falecer após 7 anos de prisão. 

Logo, o local passou a ser venerado por pessoas humildes, principalmente por pessoas com "amores contrariados",  recebendo velas acesas e oferendas à moça que passou a ser chamada popularmente de "Maria Degolada".  Nos meios oficiais, o morro e o local são referidos por nome menos deprimente: "Maria da Conceição".

Atualmente, existe no local uma pequena capela, com muitas velas constantemente acesas. O local é de difícil acesso; a ruela que leva ao local está asfaltada, mas é muito estreita, sinuosa e ladeada por casas muito humildes,  parecendo um "beco sem saída" (por isso, impressionados e temerosos, seguimos em frente sem captar imagem do local).

(Fonte: Rio Grande do Sul: um século de história, de Carlos Urbim, Lucia Porto e Magda Achutti. Porto Alegre: Mercado Aberto,  1999,  v. 2,  p. 625-626; e Porto Alegre: guia histórico, de Sérgio da Costa Franco; Porto Alegre, Editora da UFRGS,  1988,  p. 259).

- Vila ou Bairro de Belém Velho:   1,   2,   3,   4,   5,   6,   7,   8

Belém Velho é uma das povoações mais antigas de Porto Alegre.  A arquitetura das suas casas (baixas e rentes às calçadas), suas ruas estreitas e a capelinha do local evidenciam que a vila foi fundada por descendentes de açorianos. 

- Vista do Bairro da Restinga, a partir dos altos do Bairro da Glória:   1,   2

- Vista do Centro de Porto Alegre, a partir dos altos do Bairro da Glória:   1

- Vistas do Santuário Católico Mãe de Deus:   1,   2

IMAGENS DE 03/11/2001: 

BOM PRINCÍPIO-RS

No Brasil,  02 de Novembro é "Dia de Finados", em que se relembra e homenageia antepassados com flores e orações.  A preservação dos cemitérios é importante por múltiplas razões, além do religioso; neles, pode-se descobrir aspectos importantes dos costumes e da história de cada localidade (por isso, alguns consideram que sejam "museus a céu aberto"). Por exemplo, o tamanho e riqueza dos túmulos, lugar ocupado no conjunto, material de construção usado, tipo e significado das inscrições ajudam a revolver e compreender melhor a vida no passado. Veja algumas imagens do bonito cemitério (ou melhor, "jardim da paz")  de Bom Princípio-RS:  1,   2,   3,   4,   5,   6,   7,   8,   9  

Explicações auxiliares: Nicolaus Neis construiu, em 1866, uma microcervejaria em São Vendelino; também teria matado o tigre no alto de uma árvore, na expedição de colonos que foi ao encalço dos familiares de Lamberto Versteg, raptados por indígenas em 1868; Guilherme Winter foi o fundador da colônia de Bom Princípio; Peter e Anna Scherer eram os pais do saudoso cardeal gaúcho, já falecido, D. Vicente Scherer; e Felipe Selbach foi o loteador das terras que formaram, anos depois,  o município gaúcho de Selbach. 

  IMAGENS DE 02/11/2001: 

PORTO ALEGRE-RS:  

Floração de guapuruvu, com formação de cores e curvas contrastantes  (localizado no bairro Petrópolis):   1

Floração de tipuanas (ou acácias da espécie tipa) da Avenida João Pessoa:  1,   2 

 A primeira árvore da fila, localizada no início do Viaduto Leopoldina, em frente à Faculdade de Direito, foi pivô de fato histórico que causou grande repercussão na imprensa e na sociedade gaúcha, em meados da última década de 70. No plano de construção do Viaduto (cujas obras estavam sendo iniciadas) da Av. João Pessoa sobre a Perimetral (Av. Loureiro da Silva), estava previsto derrubar uma lista de árvores, inclusive esta,  para viabilizar o alargamento da pista de rolagem.  Às 11 horas do dia 25/02/1975, chegaram funcionários da Secretaria Municipal de Obras e Viação, com a missão de cortar as árvores sobre a calçada, em frente à Faculdade de Direito. Faltava uma última árvore para ser derrubada, quando foram almoçar ("para terminar o serviço depois"). Nesse ínterim, um estudante da Faculdade de Engenharia Eletrotécnica, Carlos Alberto Dayrel (natural de outro Estado do Brasil, e morador da Casa do Estudante, situada do outro lado da avenida), aproveitou para subir na árvore e, assim,  evitar que fosse derrubada. Logo teve a solidariedade e apoio de transeuntes, e mais dois estudantes (Teresa Jardim, da Faculdade de Biblioteconomia; e Marcos Saracol, da Matemática) também a galgaram. Em plena época da ditadura, tal ato constituía "ofensa grave e intolerável" à ordem instituída pelo "regime de exceção".  

Todavia, a atitude desafiante dos jovens logo impressionou e sensibilizou os transeuntes, que passaram a assistir a cena insólita e, em seguida, a gritar para que a prefeitura interrompesse o trabalho.

No transcorrer dos acontecimentos, o Batalhão de Choque da Brigada Militar foi chamado, transformando a Av. João Pessoa numa verdadeira praça de guerra. Mais tarde, o diretor da Faculdade de Engenharia conseguiu subir na árvore, e negociou a descida dos estudantes (com a garantia de que a árvore iria ficar e nada aconteceria a eles).  No final do "entrevero", a promessa do secretário municipal de Obras e Viação, de que a árvore não seria cortada, foi mantida, mas alguns jornalistas (que cobriam o acontecimento) foram espancados e dois dos estudantes foram levados presos para o temido DOPS (Departamento de Ordem Política e Social).  

A árvore continua lá, como símbolo de resistência a um crescimento desvairado; e o fato criou uma nova consciência na cidade,  que ampliou o valor e o espaço para questões relacionadas ao meio-ambiente e à natureza  (Porto Alegre foi, depois, a primeira cidade a contar com uma Secretaria Municipal do Meio-Ambiente na sua estrutura administrativa; plantou, também, crescente número de árvores nas suas ruas e praças,  vindo a constituir, depois, a capital do Brasil com maior densidade de árvores por habitante).

Em 28/04/1998, o pacato engenheiro Carlos Alberto Dayrel voltou para receber o título de "Cidadão de Porto Alegre", conferido pela Câmara Municipal.

(Fonte: Rio Grande do Sul: um século de história, de Carlos Urbim, Lucia Porto e Magda Achutti. Porto Alegre: Mercado Aberto,  1999,  v. 2,  p. 625-626).

Passeio pelo Parque Marinha do Brasil:  

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Inicialmente, a área do atual Parque Marinha do Brasil (aterrada do Lago Guaíba) estava prevista para ter função residencial. Com esta idéia, foi criada, em 27/12/1963, a Av. Beira-Rio; todavia, outra lei, promulgada em 24/11/1967, mudou o destino da área, para a criação de um Parque, que veio a se chamar "Marinha do Brasil". Seu projeto, vencido em concurso, foi de autoria dos arquitetos Rogério Malinsky e Ivan Mizoguchi. A urbanização da área foi feita dentro do âmbito do projeto Renascença, que destinou, dentre outros, recursos para construção e reforma de diversas áreas no bairro Menino Deus e adjacências. O Parque, com 715 mil m2, foi inaugurado em 1978, tendo, como principais características, a quantidade e variedade de equipamentos esportivos disponíveis para uso público, inclusive inovadoras pistas de skate e patinação, que se tornaram "coqueluche" anos mais tarde em outras cidades do país. O Parque também possui um minizôo e um amplo passeio interno para caminhadas.

(Fonte: Atlas Ambiental de Porto Alegre, coordenado por Rualdo Menegat, e publicado pela UFRGS, PMPA e INPE).

Ingazeiros; são árvores com flores brancas, nativas do Brasil (do Estado de MG ao RS), como também do Uruguai e da Argentina; em Porto Alegre, podem ser vistas em lugares como na Av. Ipiranga, Av. Augusto de Carvalho, Parque Harmonia e Largo dos Açorianos:   1,   2

Avenida Borges de Medeiros:  1

O antigo caminho para o sul da cidade está se tornando importante eixo urbano voltado ao setor de serviços, com a construção de novos prédios públicos, vários hotéis, sedes administrativas de empresas, postos de gasolina; bem como ampliação do Shopping Center Praia de Belas (que constitui atualmente o 2o. maior da cidade); o entorno desta importante artéria, que leva a bairros como Menino Deus, Morro Santa Tereza e Cristal, além de vários outros localizados na zona sul da cidade,  tenderá a disputar com a av. Carlos Gomes (em fase de duplicação, dentro do projeto de implantação da 3a. perimetral) a primazia na atração de novos investimentos na área de serviços.

Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo, situado na rua João Alfredo, no bairro Cidade Baixa:  1,   2

IMAGENS DE 01/11/2001: 

PORTO ALEGRE-RS:  

Novas imagens da Praça da Matriz, multicolorida pela floração dos guapuruvus, das grevilhas e dos jacarandás:  1,   2,   3,   4,   5,   6,   7

Andamento das obras de restauração do antigo prédio de Curtumes e Tanantes, da UFRGS, que passará a ser Museu Universitário:  1   

Outros prédios do campus central da UFRGS, que possui um dos mais ricos patrimônios arquitetônicos e históricos da cidade, estão em fase de restauro. O campus poderá constituir novo e importante centro cultural, educacional e turístico da cidade, criando novo motivo de atração de turistas e empresas ao Estado. Dentre vários prédios importantíssimos para a história da cidade, citam-se: prédio da antiga Escola de Engenharia, que constitui o exemplar mais antigo da influência positivista no Estado; monumental prédio da antiga Faculdade de Medicina, que mudou a história da saúde na região meridional do Brasil, a partir de 1924; prédio do antigo Instituto Parobé, que exerceu importante papel no ensino técnico e na industrialização do Estado.  Dezenas de pessoas físicas e jurídicas estão somando esforços para a restauração do conjunto de prédios. A "veterana" UFRGS constitui uma das 5 Universidades mais importantes do Brasil, responsável por excelentes desempenhos em seus cursos de graduação e pós-graduação. Nas várias décadas de ensino universitário, formou sucessivas gerações de jovens, que atuam em setores de destaque, como na saúde, na área da informática, no setor público e outros. Exerceu destacado papel na implantação e consolidação do Pólo Petroquímico de Triunfo (responsável por cerca de 3% do PIB do RS). Outrossim, a vinda de empresas ao Estado, como General Motors, Dell Computers e Motorola, deve-se a esforços de governos e, principalmente, à potencialidade do território gaúcho, que conta com recursos humanos altamente capacitados em centros de ensino de excelência (onde estão incluídas várias outras importantes Universidades gaúchas, como: PUCRS, UCS e UNISINOS).

Para acessar imagens de outros prédios da UFRGS, e obter informações mais detalhadas sobre os prédios e o projeto de restauração do centro histórico, clique aqui.

Floração de tipuanas no Parque da Redenção:  1

Chalé da Praça XY:  1

Monumento ao Gal. Osório, herói da Guerra do Paraguai, na Praça da Ânfandega:  1